13 de jun de 2014

Teenage Dream - 59 (Penúltimo cap)

Blaire's P.O.V
Muitas vezes damos importância demais para problemas que não afetam nossa vida em nenhum sentido.

Muitas vezes ficamos assustados com o que vai acontecer com o nosso futuro, e esquecemos de que nem 

o passado nem o futuro importam, apenas o presente. Apesar de todos os problemas, todas as confusões,

nunca deixe seu presente ser abalado. Aliás, a vida é uma só, e não existe passado nem futuro depois 

que morremos, pois ela é feita apenas de presente. Então viva o hoje e seja feliz enquanto há tempo.


Eu tinha deixado uma carta para ele, com um texto dedicado somente para Justin. E no fim eu avisei que sairia de casa para ir no shopping.

“Meu amor, meu príncipe. Eu agradeço a Deus todos os dias por ter te colocado na minha vida. Nunca imaginei que alguém poderia fazer com que eu me sinta assim, do jeito que você sabe fazer eu me sentir. É perfeito quando você está comigo. Toda dor desaparece, toda preocupação some, eu só consigo me concentrar nestes teus olhos grandes e cheios de luz. 

Te conhecer foi a melhor coisa que me aconteceu. A minha vida mudou completamente depois de você. Eu não dou mais aquela menina boba, carente, que chora por qualquer coisa. Você me ensinou a ser forte, a ser eu mesma e a encontrar o consolo no seu abraço. Sempre que preciso é você quem está do meu lado, me ajudando, me aconselhando, me consolando. Eu não consigo mais imaginar a minha vida sem você, sem os seus carinhos, o seu afeto e o seu amor. 

É incrível como nossas ideias se encaixam, os nossos gostos combinam e tudo fica tão perfeito quando estamos juntos. É como se a minha vida preta e branca tivesse enfim ganhado cor. Muitas cores, diversas e infinitas. Cores que só o amor sabe revelar. 

Todas essas coisas me fazem acreditar que eu e você somos predestinados e que vamos ficar juntinhos por toda essa vida. Não sobreviveria longe de você, você é o meu ar, o meu chão. É necessidade ter você na minha vida. 

Te amo mais do que a tudo nesse mundo, meu príncipe, meu namorado perfeito!”

Lembro eu, que se soubesse muito, antes de conhecer Justin eu pensaria assim:
Quero um homem que me chame de linda em vez de gostosa... Que me ligue de volta quando eu desligar na cara dele... Que deite embaixo das estrelas e escute as batidas do meu coração, ou que permaneça acordado só para me observar dormindo...O homem que me beije na testa...Que queira me mostrar para todo mundo mesmo quando eu estou suando... Um homem que segure minha mão na frente dos amigos dele... Que me ache a mulher mais bonita do mundo mesmo quando estou sem nenhuma maquiagem e que insista em me segurar pela cintura... Aquele que me lembra constantemente o quanto ele se preocupa comigo e o quanto sortudo ele é por estar ao meu lado...Aquele que esperara por mim... Aquele que vire para os amigos dele e diga ** “É ela, a mulher da minha vida! Mas o que impressiona mesmo no amor-perfeito é o nome. Que responsabilidade, meu filho! Há por aí uma planta chamada de amor-de-um-dia, que não carece muito esforço para ser e acontecer, como doidivanas. Outra atende por amor-das-onze-horas e presume-se como sua vida é folgada. Há também amor-de-vaqueiro, amor-de-hortelão, amor-de-moça, amor-de-negro... muitos amores vegetais que desempenham função limitada. Mas este aqui não tem área específica, não se dirige a grupo, ocasião, profissão. É absoluto, resume um ideal que vai além do poder das flores e dos seres humanos. 
Que sentirá o amor-perfeito, sabendo-se assim nomeado? Que tristeza lhe transfixará o veludo das pétalas , ao sentir que os homens que tal apelação lhe dera não são absolutamente perfeitos em seus amores? Que aquele substantivo, casado a este adjetivo, sugere mais aspiração infrutífera da alma do que modelo identificável no cotidiano? 
A tais perguntas o sóbrio amor-perfeito não responde. O outono tampouco. Talvez seja melhor não haver resposta.

Nao quero uma amor que somente me diga palavras bonitas
e sim que me faÇa senti-las
Nao quero um amor que me leve no melhor restaurante
e sim o que cozinhe comigo 
Nao quero um amor que me de sempre flores
e sim um que cultive elas comigo
Nao quero um amor que me encha de ouro 
e sim se sente ao meu lado e veja o por do sol
Nao quero um amor que me aneis de brilhante
e sim um amor que seja capaz de me mostrar o brilho das estrelas 
Nao quero um amor que se mostre presente
e sim um amor que na sua ausencia me faÇca sentir saudade
Nao quero um amor que grude em mim 
e sim um amor que me faÇca sentir que esta aqui
Nao quero um amor vazio 
e sim um amor que consiga colocar em minha vida 
os maiores dos sentimentos 
o amor que é sentido na sua essencia ...
pois a essencia do amor nao esta em nada 
que tocamos e sim no que sentimos....


Esta seria minha metáfora (Ata)!


Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você! 

O cara diz que te ama, então tá. Ele te ama. Sua mulher diz que te ama, então assunto encerrado.Você sabe que é amado porque lhe disseram isso, as três palavrinhas mágicas. Mas saber-se amado é uma coisa, sentir-se amado é outra, uma diferença de milhas, um espaço enorme para a angústia instalar-se. A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e verbalização, apesar de não sonharmos com outra coisa: se o cara beija, transa e diz que me ama, tenha a santa paciência, vou querer que ele faça pacto de sangue também? Pactos. Acho que é isso. Não de sangue nem de nada que se possa ver e tocar. É um pacto silencioso que tem a força de manter as coisas enraizadas, um pacto de eternidade, mesmo que o destino um dia venha a dividir o caminho dos dois. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida, que zela pela sua felicidade, que se preocupa quando as coisas não estão dando certo, que sugere caminhos para melhorar, que coloca-se a postos para ouvir suas dúvidas e que dá uma sacudida em você, caso você esteja delirando. "Não seja tão severa consigo mesma, relaxe um pouco. 

Vou te trazer um cálice de vinho". Sentir-se amado é ver que ela lembra de coisas que você contou dois anos atrás, é vê-la tentar reconciliar você com seu pai, é ver como ela fica triste quando você está triste e como sorri com delicadeza quando diz que você está fazendo uma tempestade em copo d´água. "Lembra que quando eu passei por isso você disse que eu estava dramatizando? Então, chegou sua vez de simplificar as coisas. Vem aqui, tira este sapato." Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta. 

Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.


[...]


Eu estava perdida naquele salão, rodava para lá e para cá, à procura de Justin. Ele disse que era para eu ir vê-lo em um salão de beleza, mas, eu não o encontrava em lugar nenhum! Eu só queria saber onde esse idiota tinha se metido dessa vez. Toda mulher que estivesse no meu lugar iria pensar que eu sou tão obcecada por Justin, à ponto de enfrentar 1001 traições por ele.


Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos. Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido. Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira. Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele. Eu não escuto a conversa dele na extensão. Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco. Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita. Se não for, é porque ele tem mau gosto. Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora. 

Eu não azucrino a vida dele. Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será? Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O que existe são mulheres e homens que têm baixa auto-estima, que tem níveis exagerados de insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais. Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está doente.

Amar, não é estar obcecada! Amar, é algo natural da vida. Cada um com seu amor, por mias diferente que ele seja. Eu tenho meu modo de amar. Amar é cuidar, dar carinho, atenção. É isso que eu quero que meu filho e Justin tenham. Tanto não quero que falte para mim, como para ninguém!

[...]

Liguei para seu telefone e ele não atendia. Peguei o carro e saí dali. Rastreei o celular dele por um aplicativo que eu tinha em meu iphone, eu queria saber o que ele estava tramando. O carro me guiava por cada canto que Justin passava. Para onde ele estava indo assim? Ele andava devagar, nem parecia se preocupar com nada. Logo eu pude ter a vista perfeita dele e uma mulher, meio abraçados e um sorrindo para o outro. Fui andando um pouco mais atrás, para que ele não pudesse me ver e se assustar. Eles andavam de mãos dadas, e aquilo estava dando início à várias lágrimas que insistiam em cair rapidamente por meus olhos, deixando minha vista embaçada. Eles deram um beijo, isso está me sufocando. Isso está me matando agora, não sei como eu vou enfrentá-lo depois disso. Eu não acredito que ele tinha acabado de me chamar para presenciar uma traição. Eu não sei o que eles eram, o que eles tinham ou até mesmo quanto tempo eles tinham. Nada daquilo me interessava. Eu só queria saber onde aquilo iria dar, e eu iria investigar até o último passo. Até eu não aguentar mais olhar pra cara dele. Fui seguindo o máximo devagar que eu podia. Eu não deveria derramar uma lágrima sequer, e era isso que eu não ia fazer.

Ele não vai me ver chorar por ele, porque ele não merece.

~ + ~

Bom, primeiramente eu quero me desculpar pela ENORME DEMORA, é que eu estou escrevendo outra fanfic também, e estou sem meu computador. Eu acesso lanhouse para poder escrever pra vocês, o que dificulta meu trabalho. Já que eu pago menos de duas horas, e eu estou sem criatividade.
Mas falta só um capítulo pra acabar, e vai ser horrível!!! Claro que vai ter 2ª temporada, mas, eu acho que será menor que essa daqui. Bem menor mesmo! Enfim, espero que gostem. Bieberkiss <3

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